Quatro crânios encontrados em Campo Grande nos últimos meses seguem sem identificação
Nos últimos cinco meses, quatro ossadas foram encontradas pela cidade
O crânio encontrado em novembro do ano passado às margens da BR-262, entre as saídas de Sidrolândia e São Paulo, em Campo Grande, continua sem identificação. Na semana passada, outras duas ossadas foram encontradas na capital sul-mato-grossense.
No dia 28 de novembro do ano passado, o crânio foi encontrado por um motorista de 38 anos. Na ocasião, o trabalhador relatou que teria acabado o diesel do caminhão em que estava. Assim, decidiu entrar no matagal para procurar um galão e acabou encontrando a cabeça.
Segundo a Polícia Civil, até o momento, houve a identificação da ossada.
Outro caso, que também continua sem identificação, foi a ossada encontrada por três adolescentes no dia 18 de fevereiro deste ano, no Córrego Bálsamo, na região da Cohab.
Na ocasião, foram encontradas a coluna cervical, a bacia e os ossos que constituem as pernas.
Nesta semana
Já no decorrer desta semana, mais dois casos de ossadas foram registrados em Campo Grande — uma ossada na região da Vila Bordon e um crânio na Mata do Jacinto.
Na última terça-feira (14), um morador encontrou a ossada humana em uma área de mata fechada na região da Vila Bordon. O morador adentrou a mata para colher madeiras, quando teria se deparado com a ossada.
Ainda, foi indiciado que os restos mortais foram queimados, o que prejudicou a análise preliminar de causa de morte. Ainda, a suspeita é de que a ossada estava no local recentemente, pois ainda há odor.
Crânio
Já o crânio foi encontrado na manhã de quarta-feira (15), na região da Mata do Jacinto. Um agente de saúde foi quem encontrou a ossada, quando fazia o monitoramento do terreno baldio localizado no cruzamento com a Rua Jorge Pedro Bedoglim.
No entanto, no domingo (12), uma vizinha já teria flagrado os restos mortais, mas não havia acionado a polícia.
O crânio, que estava com quatro dentes e uma possível lesão na região da testa, passará por exame necroscópico. A suspeita inicial é de que a ossada tenha sido apenas deixada no terreno baldio, uma vez que, no local, não foram encontrados indícios de qualquer crime.
Layane Costa
MIDIAMAX
