Morto a facadas em Dourados teria tentado agarrar adolescente de 14 anos antes de crime

21/05/2026 11h04 - Atualizado há 1 hora

Dois suspeitos foram presos

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Faca possivelmente utilizada no crime. (Reprodução, Dourados News)

O homem assassinado em Dourados, a 201 quilômetros de Campo Grande, foi identificado como Geneci Benites de Souza, de 30 anos. Dois suspeitos, de 24 e 28 anos, foram presos em flagrante na tarde de quarta-feira (20), e um deles alegou que a vítima teria tentado agarrar uma adolescente de 14 anos antes do crime.

Após o crime, os suspeitos fugiram, mas foram seguidos por uma das testemunhas. Logo, eles foram localizados e abordados pela polícia. Duas facas — sendo uma suja de sangue — e duas blusas de cores diferentes foram encontradas na mochila de um dos homens.

Na ocasião, um dos jovens disse que a vítima teria tentado agarrar uma adolescente, que estava na companhia de seu comparsa. Diante disso, o comparsa teria sentido ciúmes e esfaqueado Geneci, enquanto o outro teria ajudado a agredi-lo até a morte.

Durante a abordagem, os suspeitos estavam embriagados, apresentando falas desconexas e culpando um ao outro pelo crime. A dupla foi presa por homicídio qualificado por motivo fútil.

Assassinato

De acordo com o boletim de ocorrência, a PM (Polícia Militar) foi acionada por testemunhas após a vítima ser brutalmente agredida a facadas e possivelmente com uma barra de ferro.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) esteve no local, mas Geneci não resistiu aos ferimentos. Ele sofreu uma perfuração na região do peito e outra nas costas, além de lesões na cabeça e em outras partes do corpo.

Assim, a Polícia Civil, juntamente com uma equipe do SIG (Setor de Investigações Gerais) e da Perícia, foi acionada. No local do crime, além das facas, foi encontrada a barra de ferro que teria sido usada no assassinato.

As agressões foram registradas em vídeo por uma testemunha. Inclusive, a blusa que um dos agressores vestia no momento do crime é a mesma encontrada na mochila de um deles. O assassinato deverá ser investigado pela Polícia Civil.

Lívia Bezerra

MIDIAMAX