Morta a tiros em lanchonete deixou presídio em dezembro por tráfico de drogas

04/05/2026 10h12 - Atualizado há 11 horas

Kailayne deixou presídio em dezembro de 2025

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(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Kailayne Mirele Espiridião, de 19 anos, morta a tiros na noite de domingo (3), em um atentado em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, já foi presa por tráfico de drogas. Registro policial, feito em agosto de 2025, mostra que Kailayne vendia drogas em uma praça próxima à rodoviária da cidade.

Com ela, foram encontradas cerca de 38 porções de crack e uma porção de maconha, além de R$ 120 em espécie. As drogas estavam escondidas em uma das meias de Kailayne e no bolso da jaqueta da jovem. A prisão da jovem foi feita após denúncia anônima, no dia 14 de agosto de 2025.

Após a denúncia, uma equipe da Polícia Civil se deslocou até o local e encontrou Kailayne sentada em um banco da praça, próximo à rodoviária da cidade. Ao se aproximar da mulher, os policiais se identificaram e abordaram a jovem. Kailayne foi presa em flagrante por tráfico de drogas.

Contudo, uma semana após a prisão em flagrante, Kailayne foi presa novamente pelo mesmo crime. Isso porque a menina foi flagrada com 10 porções de cocaína e R$ 30 em espécie.

Além disso, mais dois homens estavam com Kailayne e também estavam com drogas, mas eles afirmaram que as drogas foram compradas de Kailayne. Todos foram encaminhados para a delegacia.

De acordo com o processo, após a prisão preventiva decretada, Kailayne ficou presa por mais de três meses; porém, em dezembro, a jovem teve a liberdade concedida pela Justiça após audiência.

Crime

Kailayne Mirelo Espiridião, de 19 anos, morreu após ataque a tiros em uma lanchonete na noite de domingo (3), em Três Lagoas, a 323 quilômetros de Campo Grande. A jovem foi assassinada na lanchonete onde trabalhava.

Um rapaz, também de 19 anos e namorado de Kailayne, foi ferido com os disparos e socorrido em estado grave para o Hospital Auxiliadora.

De acordo com a imprensa local, o ataque a tiros aconteceu em uma barraca de lanche. Kailayne havia acabado de começar a trabalhar no local.

Os autores dos tiros já estariam monitorando a lanchonete a distância e aproveitaram o momento em que os policiais saíram do local para efetuar os disparos.

Os autores não foram localizados até o momento.

Evelyn Mendes

MIDIAMAX