Os “ABUTRES” estão prontos para retomar a Nação

22/02/2015 00h00 - Atualizado há 1 ano

Os “ABUTRES” estão prontos para retomar a Nação, como fizeram depois que o regime militar entregou o pais a administração civil. De lá para cá, uma elite, acostumada ao poder, retomou suas práticas escravagistas, como já haviam feito seus antepassados no período colonial.

Não estão preocupados só em ter “boa vida”, querem o povo debaixo de sua chibata.

A corrupção, que assola a nação, não é criação do PT, foi instituída após o regime militar, e utilizada por todos os governos, sendo, nos dias de hoje, uma prática cultural, até porque, com tantos corruptos e descompromissados com o povo, muitas vezes a única saída para um governante é “pagar o preço” para poder governar.

Essa prática está enraizada nos três poderes, em cada um com suas particularidades. Não afirmo que todos são corruptos, mas que existe corrupção em todos os níveis.

Hoje está se tentando acabar com o direito democrático do povo, querem retomá-lo, de qualquer maneira e para isso estão se utilizando de palavras de ordem como “fora esse”, “fora aquele”, como se fossem os paladinos da justiça, da moral e da ética, coisa que nunca tiveram e nunca praticaram, basta ver os escândalos dos “ANÕES DA PREVIDÊNCIA, MENSALINHO DO PSDB DE MINAS, PROPINODUTO, DO PSDB, NA CPTM EM SÃO PAULO, OS SANGUESSUGAS DA SAÚDE, O ACERTO PARA MUDAR A LEI ELEITORAL E AUTORIZAR FHC A CONCORRER A REELEIÇÃO”, enfim, crimes de todas as espécies, mas com os mesmos protagonistas e com o mesmo intuito, o de enriquecer e se perpetuar no poder.

Concordo que não podemos ficar parados, esperando o país ruir, mas temos que saber lutar, com as armas certas, contra o inimigo certo e impedindo que ele esteja em nossas trincheiras, pois se não, estaremos fazendo o que ele quer, jogando o país, novamente, em seu colo.

Qualquer tipo de ação e manifestação, de agora em diante, deverá ser apartidária, sem siglas e sem vertentes políticas.

Chegamos ao final do poço, paramos e esperamos a morte ou lutamos para sair. Essa luta pode e deve ser amparada pelas forçadas armadas, pois é delas o dever de proteger o povo e garantir a integridade da nação. Mas a responsabilidade de limpar a sujeira da política, essa responsabilidade é nossa, não importando o partido, poder ou período que foram cometidos os crimes contra o povo.

Não deixemos que se eleja esse ou aquele culpado, para justificarem atos pessoais e mal intencionados, apontemos todos os culpados, julguemos a todos e que os punamos, para que todos saibam, aqui e no exterior, que o BRASIL tem um povo trabalhador, integro e honesto, e que não permitirá, nunca mais, que alguns poucos manchem essa imagem.

Toni Reis