Serial killer preso vestido de mulher tem elo com facção criminosa

17/09/2026 05h12 - Atualizado há 2 horas

O serial killer é investigado por ao menos 16 homicídios no Vale do Mamanguape, na Paraíba; ele foi preso no último domingo (13/9)

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Reprodução / PCPB

Preso no último domingo (13/9), em Mulungu (PB), por ao menos 16 homicídios no Vale do Mamanguape, o serial killer Jorlan Lopes da Silva (foto em destaque) é investigado também pela Polícia Civil da Paraíba por possível ligação com facção criminosa originária do Rio de Janeiro que atua na Paraíba.

O homem de 33 anos, que foi preso de peruca e vestido, confessou ter matado 80 pessoas. O número, no entanto, ainda é apurado pelas autoridades.

O suspeito foi preso pela Polícia Civil da Paraíba durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba.

Histórico criminal

Um dos crimes investigados é o duplo homicídio de dois comerciantes, ocorrido em 1º de agosto, em Rio Tinto. Segundo a Polícia Civil, Jorlan teria participado do crime com outros quatro homens.

Após fugir de um confronto em Rio Tinto, o suspeito teria, ainda conforme as investigações, se escondido em uma comunidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, apontada como área de atuação da organização criminosa à qual ele teria ligação.

A investigação também apura a possível participação de Jorlan na morte de uma jovem. O corpo foi localizado depois que o próprio suspeito informou aos policiais o local em que o cadáver estava enterrado.

Localização do suspeito

A partir de um trabalho de inteligência, os policiais identificaram o imóvel onde o suspeito estaria escondido e passaram a monitorar os deslocamentos do grupo. Jorlan teria deixado Cabedelo em direção a Mulungu acompanhado de outros integrantes.

Com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os investigadores identificaram o veículo utilizado pelo grupo. Um dos comparsas foi preso durante abordagem, mas Jorlan conseguiu fugir novamente.

Os policiais continuaram as buscas até localizar o suspeito em Mulungu, onde ele acabou preso.

Larice de Paula

METRÓPOLES